Genocídio, dia 803. Israel continua a bombardear. Desabamentos de casas e mau tempo

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Gaza – InfoPal. Israel continua a violar o cessar-fogo pelo 66º dia consecutivo, bombardeando a Faixa de Gaza, matando diariamente e destruindo o pouco que restava de prédios ainda de pé. O “plano de paz de Trump” é uma isca para distrair a atenção global do genocídio israelo-estadunidense em Gaza e para continuar, sem muitas interferências, o projeto de ocupação e transformação da região costeira, esvaziando-a o máximo possível de seus habitantes e convertendo-a em um empreendimento comercial, como já foi anunciado várias vezes pelo presidente dos EUA e seus colaboradores. O plano real é prosseguir, como vem acontecendo nos últimos dois meses, uma guerra genocida/holocáustica de baixa intensidade, com uso de drones e artilharia, menos impactante para os soldados da ocupação e muito menos visível midiaticamente. O resto do mecanismo genocida permanece inalterado, com a continuação do bloqueio por todos os lados, da engenharia da fome (criada artificialmente através da entrada mínima de ajuda alimentar), da destruição do que resta dos edifícios, dos obstáculos paralisantes aos cuidados médicos e assim por diante. A limpeza étnica genocida, portanto, prossegue, mas a opinião pública mundial, manipulada pela mídia hegemônica, está anestesiada e cegada pela propaganda israelo-ocidental que narra a mentira do cessar-fogo. Os leitores de sites de notícias sobre a Palestina e o genocídio diminuíram drasticamente, na ilusão de uma “paz” que é apenas uma farsa.

Ataques aéreos massivos israelenses atingiram as áreas nordeste da cidade de Gaza e do sul da Faixa.

As equipes da Defesa Civil resgataram seis membros da família Dabbash, incluindo duas crianças, depois que o teto de sua casa desabou devido às severas condições meteorológicas no campo de refugiados de al-Shati, a oeste da cidade de Gaza.

(Fontes: Quds Press, Quds News, PressTv, PIC, Al-Mayadeen; Ministério da Saúde de Gaza; Euro-Med monitor, Telegram; créditos de fotos e vídeos: Quds News network, PIC, Wafa, Ministério da Saúde de Gaza, Telegram e autores individuais).

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