
Beirute – QNN. O Hezbollah anunciou que se juntou ao confronto militar iniciado por Israel e pelos Estados Unidos na região. O grupo afirmou que sua resposta veio em retaliação ao assassinato do Líder Supremo iraniano, Aiatolá Ali Khamenei.
Em um comunicado oficial, o Hezbollah disse que alvejou o local do sistema de defesa antimísseis Mishmar HaCarmel, ao sul de Haifa. O grupo de resistência disparou foguetes de precisão e utilizou drones na operação no início de segunda-feira como retaliação pelo assassinato do Líder Supremo iraniano, Aiatolá Ali Khamenei, e para defender o Líbano e sua população contra repetidos ataques israelenses.
A declaração enfatizou que a agressão contínua de Israel nos últimos quinze meses justifica uma resposta defensiva. O Hezbollah alertou que suas ações visam interromper as violações israelenses e forçar a retirada dos territórios libaneses. O grupo de resistência destacou que suas operações são legítima autodefesa e instou as autoridades regionais a tomarem medidas para interromper novas agressões israelenses e estadounidenses.
Anteriormente, o Hezbollah havia expressado condolências pelo assassinato de Khamenei, prometendo solidariedade ao Irã até que a vitória completa fosse alcançada. O partido destacou a liderança de décadas de Khamenei, descrevendo-o como um defensor dos oprimidos e uma figura central no apoio à causa palestina. O Hezbollah afirmou que sua morte é um martírio e celebrou seu legado no avanço da força, ciência, poderio militar e esforços de resistência do Irã em toda a região.
O anúncio do Hezbollah marca uma escalada significativa nos ataques em curso de Israel e dos EUA na região. Trump lançou uma guerra contra o Irã enquanto afirmava que isso traria paz à região. Em vez disso, sua campanha desencadeou ataques envolvendo a maioria dos países do Oriente Médio.
