Direitos humanos negados

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Gênova – API. Direitos humanos negados.
Segundo diversas organizações de direitos humanos, deixar um detido doente sem cuidados não pode ser considerado um simples “erro médico”, mas pode constituir — segundo o direito internacional humanitário e a Convenção contra a Tortura — uma forma de tratamento cruel ou desumano, potencialmente letal. Se comprovado, isso poderia configurar um crime de guerra.

As instituições especializadas na proteção dos prisioneiros documentaram, nos últimos meses, dezenas de casos de grave deterioração das condições de saúde dentro das prisões israelenses, denunciando o que definem como uma política de negligência médica sistemática.

Testemunhos de detidos, advogados e organizações de direitos humanos relatam ainda violações graves, incluindo maus-tratos, torturas físicas e psicológicas, ameaças contra menores e presumíveis agressões sexuais. Essas organizações pedem a abertura de investigações internacionais independentes para verificar a veracidade dessas denúncias e garantir o eventual apuramento de responsabilidades.

As mesmas organizações atribuem ao ministro da Segurança Nacional israelense, Itamar Ben Gvir, a responsabilidade por um ulterior endurecimento das condições de detenção, citando visitas a detidos de destaque acompanhadas — segundo esses relatos — de ameaças e de um agravamento das condições de encarceramento.

As instituições de direitos humanos renovam seu apelo para que:

  • seja garantida assistência médica imediata aos detidos;
  • seja permitido o acesso a comissões internacionais de investigação;
  • sejam interrompidas todas as práticas potencialmente violadoras do direito internacional humanitário;
  • todos os prisioneiros, incluindo mulheres e menores, sejam protegidos de qualquer forma de tortura ou abuso.

Segunda-feira, 1º de dezembro de 2025
Associação dos Palestinos na Itália (API)

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