A Sociedade dos Prisioneiros Palestinos confirma o aumento exponencial das detenções israelenses e das punições coletivas

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Ramallah. A Sociedade dos Prisioneiros Palestinos (PPS) declarou que as autoridades israelenses estão levando adiante campanhas sem precedentes de detenções sistemáticas desde o início da guerra genocida da ocupação, com cerca de 21.000 prisões na Cisjordânia, incluindo Jerusalém, além de milhares de palestinos detidos em Gaza.

Em um comunicado, a PPS afirmou que as autoridades israelenses estão perpetrando novos crimes sistemáticos contra os detidos e suas famílias, os quais representam uma extensão da guerra de extermínio.

A declaração destacou que os números diários das detenções não apenas refletem o aumento quantitativo, mas também a intensificação do nível dos crimes associados, em particular as execuções extrajudiciais cometidas pelo exército de ocupação. Esses assassinatos são acompanhados por iniciativas legislativas no Estado ocupante para aprovar uma lei que permita a pena de morte para prisioneiros palestinos.

A PPS afirmou que todos os crimes atuais da ocupação representam uma extensão de sua política de décadas de ataque à presença palestina e de imposição de novos instrumentos de repressão, controle e vigilância — mas a intensidade das violações aumentou drasticamente desde o início da última guerra.

Também observou que a demolição das casas dos prisioneiros Abdul Karim Sanoubar e Ayman Ghanem, ocorrida na manhã de terça-feira, faz parte da tentativa contínua de Israel de atingir a presença palestina e implementar punições coletivas. Essas operações aumentaram a níveis sem precedentes desde o início da guerra genocida.

(Fontes: PIC, Wafa, Quds News).

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