Trump estende as restrições de viagem aos Estados Unidos, incluindo documentos da Autoridade Palestina

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Washington DC – Quds News. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na terça-feira uma nova proibição que amplia as restrições de viagem para os Estados Unidos. O decreto impõe limitações totais à entrada de pessoas portadoras de documentos de viagem emitidos pela Autoridade Palestina, juntamente com cidadãos de outros 17 países.

A Casa Branca afirmou que a medida reforça a segurança nacional e tem como alvo países e territórios com “deficiências persistentes nos sistemas de controle, verificação e compartilhamento de informações”. O decreto cita a suposta “atividade terrorista” na Cisjordânia e em Gaza, bem como o controle limitado da Autoridade Palestina sobre o território ocupado.

As restrições mantêm os limites já em vigor para os 12 países originalmente classificados como “de alto risco”, incluindo Afeganistão, Irã, Líbia, Somália, Sudão e Iêmen. Também passam a estar sujeitos a restrições totais Burkina Faso, Mali, Níger, Sudão do Sul, Síria, Laos e Serra Leoa. Restrições parciais permanecem em vigor para outros 15 países.

A proibição inclui exceções para residentes permanentes legais, titulares de vistos já válidos, diplomatas e algumas categorias específicas, como atletas. No entanto, restringe as exceções relacionadas a vistos de reunificação familiar.

No caso da Autoridade Palestina, o decreto menciona a presença de grupos designados pelos Estados Unidos como terroristas e capacidades de verificação comprometidas devido ao “conflito” em curso. As autoridades afirmaram que pessoas que viajam com documentos emitidos pela ANP não podem ser adequadamente submetidas a verificações de segurança.

A Casa Branca apresentou as restrições como parte do compromisso mais amplo de Trump de “proteger as fronteiras americanas” e impedir a entrada de indivíduos que representariam ameaças potenciais.

Em agosto passado, os Estados Unidos proibiram altos funcionários da Autoridade Palestina, incluindo o presidente Mahmoud Abbas, de obter vistos norte-americanos e revogaram vistos já existentes para impedir sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, ocasião em que vários países haviam anunciado a intenção de reconhecer a Palestina.

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